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Relatório de Actividades e Contas de 2007 - ADFA |
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Escrito por ADFA
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Terça, 22 Abril 2008 16:22 |
Introdução
De acordo com o estipulado no artigo 41º, alínea d) dos Estatutos, a Direcção Nacional – DN apresenta o seu relatório de actividades e contas da ADFA referentes ao Ano de 2007.O presente relatório é o reflexo dos sete pontos enumerados no programa de candidatura desta DN para 2007, os quais passamos em seguida a transcrever:
1. Manter viva e actualizada no quotidiano dos cidadãos a memória, os valores, os princípios e a historia da ADFA, relembrando o contributo da geração da Guerra Colonial para o 25 de Abril e sublinhando que constituem a matriz essencial da democracia portuguesa;
2. Conseguir uma ADFA mais unida e coesa, que respeita a pluralidade e o confronto salutar de ideias e projectos, que privilegia o debate e o compromisso mas que afirma o primado da vontade da maioria, no total respeito pelo espírito que presidiu à sua fundação, em 14 de Maio de 1974;
3. Consolidar o papel interventor da ADFA no quadro da Política Nacional de Reabilitação e no movimento associativo, avocando a amadurecida consciência colectiva, a irrepreensível responsabilidade cívica e a inabalável vontade desta Instituição, em construir uma sociedade crescentemente inclusiva;4. Pugnar intransigentemente pela manutenção dos direitos adquiridos, pela resolução dos inúmeros problemas que afectam os deficientes militares e suas famílias e pelas reformas sociais que urge implementar, exigindo a ADFA assumir um papel activo na busca de soluções. Neste contexto, vamos criar condições para propor ao Conselho Nacional a convocação do 5º Congresso da ADFA;
5. Promover uma participação activa da ADFA na Federação Mundial de Antigos Combatentes e Vítimas de Guerra - FMAC, potenciando o papel desta organização na defesa intransigente da paz, da solidariedade, do direito comparado, dos direitos humanos e da reabilitação, com realce para as sequelas resultantes dos conflitos regionais, pós 2ª Guerra Mundial;
6. Impulsionar a cooperação com as organizações de deficientes e combatentes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa - PALOP, valorizando a herança histórica que herdámos conjuntamente, consolidando uma nova dimensão ética das relações com estas organizações, assente nos princípios da solidariedade e da igualdade;7. Reforçar as relações com os órgãos de soberania, instituição militar, poder local, partidos políticos e sociedade civil, numa óptica de co-responsabilização social e cidadania activa e participativa, com confiança na solidez das instituições e na força da democracia para enfrentar os problemas da comunidade nacional.
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