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Escrito por ADFA   
Quarta, 04 Novembro 2009 22:58

2010-2012


EM AMBIENTE DE HARMONIA E PAZ REFORÇAR A DINÂMICA DA UNIDADE E COESÃO ENTRE OS ÓRGÃOS NACIONAIS E DAS DELEGAÇÕES.


É em altura de eleições que se sente mais a necessidade de se reflectir sobre a vida das organizações e apresentar ideias ou propostas que tenham um mínimo de significado e interesse para a vida da comunidade ou grupo em causa.

Como Órgão Central que se recandidata, o Conselho Fiscal Nacional não poderia deixar de transmitir aos associados da ADFA algumas das preocupações que viveu durante o mandato que agora finda, como não poderia deixar de formular alguns desejos que, a realizarem-se, contribuiriam certamente para a melhoria da nossa Associação.

Em primeiro lugar o trabalho que tentámos desenvolver ao longo dos três últimos anos procurou fundamentar-se sempre no maior respeito pelos Estatutos da ADFA.

Esta prática tinha subjacentes dois objectivos de fácil identificação e compreensão - respeitar os Estatutos e pugnar por uma Associação sustentada e capaz de se adaptar aos novos tempos, respondendo adequadamente aos desafios, cada vez mais exigentes.

Respeitar escrupulosamente os Estatutos era impedir que surgissem tentações de actos possivelmente eivados da mais elevada paixão associativa, mas eventualmente prejudiciais aos objectivos básicos que a Direcção Nacional se propusera e que haviam sido completamente aceites pela grande maioria dos sócios. Não podíamos desprezar a raiz histórica da Associação, onde nem sempre a unidade que se desejava havia sido conseguida, deixando que numa fase crucial da vida associativa, em que os riscos eram enormes, desistissem as boas vontades granjeadas e se gorasse a perspectiva de se reporem aqueles direitos que sentíamos estarem em perda.

Os Estatutos eram, assim, o suporte mais evidente para a unidade desejada e o garante de uma vida associativa tão saudável quanto possível.

Já no que concerne à sustentabilidade da Associação, sempre o Conselho Fiscal Nacional tentou que formas mais expeditas de gestão e de organização pudessem ser adoptadas, chamando repetidas vezes a atenção para erros que se encontram sedimentados na vida associativa, não por culpa de alguém, mas por facilitismos que nas grandes associações, e mesmo nas empresas, por vezes surgem e que depois são terrivelmente difíceis de emendar.

Para a nova fase que se desenha as preocupações que acompanharam a prática deste Órgão continuam a ter razão de existir, mas crê-se estarmos perante exigências que aconselham uma rápida revisão dos actuais Estatutos por forma a adequá-los à Associação da próxima década.

É preciso lembrar a necessidade de renovação, dentro dos condicionalismos que se conhecem, no âmbito das delegações, como será necessário ponderar sobre a manutenção de um modelo organizativo que poderá não corresponder já ao que os sócios precisam, como se deverá ter em conta mesmo a mudança nos fins e objectivos da ADFA.

Resumindo, estamos numa fase importante da vida da nossa Associação e como todos a queremos forte, sem sobressaltos, progressiva e capaz de se adaptar aos tempos, numa atmosfera de paz e harmonia, todos teremos uma responsabilidade no esforço interno que se exige em todo o momento.

Que o novo mandato possa contribuir para essa nova ADFA e que todos ganhemos com as mudanças que formos capazes de realizar.


Conselho Fiscal Nacional

 

Actualizado em ( Domingo, 29 Novembro 2009 11:02 )
 
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