43.º Aniversário da Delegação de Bragança

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43.º Aniversário da Delegação de Bragança
Uma jornada em coesão e solidariedade

“Devemos ter orgulho por pertencer a uma das maiores associações de deficientes deste País”, disse Domingos Seca, presidente da Delegação de Bragança da ADFA, quando falava durante o almoço comemorativo do 43.º aniversário daquela estrutura associativa, no dia 16 de junho.
Este dirigente transmontano manifestou as suas preocupações sobre a continuidade da ADFA em Bragança. Entende que se deve encontrar uma solução vinda de dentro e, por isso, só pode contar com a solidariedade de toda a ADFA, dos seus dirigentes nacionais e regionais. A ADFA ainda tem muito trabalho a fazer em Bragança e por isso não pode fechar esta porta. Terminou agradecendo a presença de todos e apelando à participação no próximo ato eleitoral para os Órgãos Sociais da ADFA, como forte sinal de que não querem que a porta da sua Delegação se feche.
A concentração começou na novíssima e bela Sé Catedral, cabeça da Diocese de Bragança e Miranda. Na missa que ali teve lugar por intenção dos associados falecidos, o Padre Calado teve palavras de incentivo para com a luta dos deficientes militares, afirmando que “para eles não há forma de agradecer todo o sacrifício que fizeram ao serviço de Portugal”.
Seguiu-se o almoço no Restaurante Académico que foi pequeno para receber os mais de 150 convivas.
Aos brindes, para além do presidente da Delegação, usaram da palavra António Calvinho, um dos pioneiros da Associação, que recordou a suas andanças por terras transmontanas nas campanhas de dinamização cultural e no trabalho de levantamento dos deficientes das Forças Armadas da região. Terminou com um apelo: “não deixem fechar a porta da nossa Delegação”.
O presidente da DN, José Arruda, saudou e agradeceu a todos, não esquecendo as esposas, filhos e netos dos associados. Relatou os esforços da DN junto das várias instâncias do Poder político e da Instituição Militar, para que as reivindicações aprovadas na última AGN sejam atendidas, em especial as mais prioritárias. Apelou à participação de todos, à coesão e à solidariedade, pois “ainda temos utopias, sonhos e projetos”. E para que a luta da ADFA não seja uma miragem nem a solidariedade uma palavra vã, “a ADFA não pode fechar as portas de nenhuma Delegação”.
As excelentes relações entre a ADFA e as autarquias e outras entidades locais também estiveram em evidência, com a presença do diretor do Museu Militar de Bragança, tenente-coronel Rodrigues, de Ana Pereira, em representação da União de Freguesias da Sé, Santa Maria e Meixedo, e do vice-presidente da Câmara Municipal de Bragança, que encerrou as intervenções com palavras de apreço para com a ADFA e o seu papel na defesa dos direitos dos DFA: “Os associados da ADFA são uma grande família, que toda a gente reconhece e que são uma honra para o País”. Por isso, “cabe aos governantes sentirem o peso da dívida que têm para convosco”. A terminar, anunciou que está nos projetos do Município brigantino a ereção de um monumento numa futura rotunda da capital transmontana para homenagear os Deficientes das Forças Armadas.
Metade das Delegações da ADFA (Castelo Branco, Coimbra, Famalicão, Lisboa, Porto e Viseu) também marcaram a sua presença, numa demonstração de solidariedade para com os dirigentes e associados mais isolados e afastados dos grandes centros de Portugal continental.
Assim como aconteceu nos aniversários de outras Delegações, o ELO fez questão de estar presente em Bragança. O diretor agradece todas as amabilidades recebidas e a surpresa de ter sido também brindado com os “parabéns a você”. Um agradecimento muito especial ao casal Manuel António e Olímpia, da Aveleda, que nos acolheram em sua casa com a mesma cortesia e amizade de há quase 50 anos.
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